Quem és tu,
que te cobres morena
por trás deste véu de doçura?
Quem és tu,
que ora és minha sina
e ora minha pior tortura?
Ao te descobrires,
não faça firula.
Me acerta sem dó
ou louca me beija.
Que eu hei de te amar
como nunca o fiz,
coração rasgado
ou doido dobrado.
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