na imensidão do teu suspiro.
Teu silêncio me devora.
Procuro teus caminhos
nas palavras que não dizes.
Tua inércia me apavora.
Já não te sigo, eu não basto.
Todo o teu corpo está coberto
e a tua alma está fechada.
Eu te pergunto e tu és nada.
Me jogo vão na tua escada,
mas o meu tombo não te alarma.
E entre nós não há acordo.
Estamos presos um no outro,
no meu verso, no teu choro.
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